<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-9115007678124484876</id><updated>2011-07-08T11:48:22.350-07:00</updated><title type='text'>Reais Divagações</title><subtitle type='html'>"Num mundo de loucos somente os loucos são sãos."
(Akira Kurosawa)</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://reaisdivagacoes.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9115007678124484876/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reaisdivagacoes.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Rodrigo Colla</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690940969647624495</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_CMqsjttIrGg/SwRSieDmCOI/AAAAAAAAAB8/cAUfzlex5e4/S220/DSC03044.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>9</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9115007678124484876.post-6592061259877095684</id><published>2009-12-07T08:44:00.000-08:00</published><updated>2009-12-11T11:11:22.363-08:00</updated><title type='text'>A visão holística</title><content type='html'>A consciência de que tudo está interligado e, mais do que isso, de que tudo é uma coisa só, um universo uno indissipável, se estabeleceu no século passado a partir das descobertas da física quântica em meados dos anos 20. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fritjof Capra (p. 70, 1982) nos diz que Einstein, antes mesmo de publicar a teoria da relatividade, que seria o grande pilar de sustentação da teoria quântica, "acreditava profundamente na harmonia inerente à natureza, e, ao longo de sua vida científica, sua maior preocupação foi descobrir um fundamento unificado da fisica".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, quase 20 anos antes de físicos do mundo todo contribuírem na elaboração dessa complexa teoria da física, Anatole France, em 1909, no conto "A Camisa" mostra a maturidade com que entendia a natureza, antevendo algo que a ciência, 20 anos mais tarde, enunciaria. Ele nos diz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A natureza não conhece a mão ou ferramenta; ela é sútil, ela é espiritual; para as suas mais pujantes e maciças construções, utiliza as partículas inconcebivelmente tênues da matéria, o átomo, o prótilo. De uma névoa impalpável faz rochas, metais, plantas, animais, homens. Como? Por atração, gravitação, transpiração, penetração, inibição, endosmose, capilaridade, afinidade, simpatia. O modo como forma um grão de areia não difere daquele em que formou a Via Láctea: a harmonia das esferas reina num e noutra; esta como aquele só subsistem pelo movimento das parcelas que os compõem, que é a sua alma amorosa e musical em perpétua agitação. Entre as estrelas do céu e os grãos de pó que dançam na réstia de sol que atravessa este quarto não há qualquer distinção de estrutura; o menor destes corpúsculos é tão admirável quanto o Sírio, pois a maravilha de todos os corpos do universo é o infinitésimo que os forma e os anima. É assim que trabalha a natureza. Do impalpável, do imperceptível, do imponderável ela compôs o vasto mundo acessível aos nossos sentidos e que a nossa mente pesa e mede; e a matéria com que nos produziu a nós é menos que um sopro.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;(FRANCE, p.110, 1983)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9115007678124484876-6592061259877095684?l=reaisdivagacoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reaisdivagacoes.blogspot.com/feeds/6592061259877095684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9115007678124484876&amp;postID=6592061259877095684' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9115007678124484876/posts/default/6592061259877095684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9115007678124484876/posts/default/6592061259877095684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reaisdivagacoes.blogspot.com/2009/12/visao-holistica.html' title='A visão holística'/><author><name>Rodrigo Colla</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690940969647624495</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_CMqsjttIrGg/SwRSieDmCOI/AAAAAAAAAB8/cAUfzlex5e4/S220/DSC03044.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9115007678124484876.post-4280733882063879239</id><published>2009-08-08T07:18:00.000-07:00</published><updated>2009-08-08T07:21:40.335-07:00</updated><title type='text'>Pânico no Ar: Gripe A como nova inimiga de Estado.</title><content type='html'>por Rodrigo Colla&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei o que de fato assusta mais, a gripe A ou o pânico generalizado em torno dela. Talvez seja, esse medo mórbido do ar, o primeiro indício do fim dos tempos. Quando tudo temermos de forma crônica, creio que todos os sentidos levarão à morte por múltiplos contágios e todos os quatro elementos palpáveis – prescindindo-se o éter – serão hospedeiros de microorganismos letais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a hora e a vez de ter medo do ar. Ele que já está na berlinda há tempos por ser o hospedeiro de moléculas de fumaça que nem se sabe mais que infinidade de podridão conterão. Agora traz um vírus novo, o da gripe A, de “ar”. Para nos protegermos dele, o ar, lançamos a nova moda das máscaras, o chavão de que “a dor ensina a gemer” dessa vez tornou-nos estilistas por excelência. Se rumarmos para o fim do mundo, pelo menos teremos sido a vanguarda das máscaras, já que cansamos da luta política, desistimos da arte e desdenhamos o espírito para reificarmos nossas metas e sonhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terão muitos se dado conta da semelhança que o cenário atual tem com o dos filmes de “ficção científica” – que talvez devam começar a ser classificados em um novo gênero, o dos filmes proféticos, por exemplo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje nos dizem: “não fiquem em locais fechados”. Ora, no passado, nos deram a entender: enclaustrem-se entre quatro paredes, quaisquer que sejam elas. Tiraram-nos os cinemas de rua e as lojas, as galerias, para entulhar salas e salas dentro de shoppings centers. O intuito: proteger-nos de nossos semelhantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora a violência do ar ganha as páginas dos jornais e, convenhamos, dele é mais difícil se defender. Enquanto o medo cerceava-se apenas a coisas visíveis, ainda podíamos, de certa forma, nos protegermos dos “males” restringindo-os a algumas áreas. Como já fizemos com o fogo, com a água, com certos animais e até com semelhantes. Não obstante, agora, de volta à infância, temos medo do “escuro”, do invisível.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9115007678124484876-4280733882063879239?l=reaisdivagacoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reaisdivagacoes.blogspot.com/feeds/4280733882063879239/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9115007678124484876&amp;postID=4280733882063879239' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9115007678124484876/posts/default/4280733882063879239'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9115007678124484876/posts/default/4280733882063879239'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reaisdivagacoes.blogspot.com/2009/08/panico-no-ar-gripe-e-o-nova-inimiga-de.html' title='Pânico no Ar: Gripe A como nova inimiga de Estado.'/><author><name>Rodrigo Colla</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690940969647624495</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_CMqsjttIrGg/SwRSieDmCOI/AAAAAAAAAB8/cAUfzlex5e4/S220/DSC03044.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9115007678124484876.post-5101527253352759658</id><published>2009-06-23T19:53:00.000-07:00</published><updated>2009-06-25T21:28:28.686-07:00</updated><title type='text'>Transtempo, por Rodrigo Colla</title><content type='html'>Ligar? Não, não ligo.&lt;br /&gt;Desdigo&lt;br /&gt;Pressinto o nada premente no caminho&lt;br /&gt;Incito a mente ao vazio&lt;br /&gt;E nada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incipiente desejo insípido&lt;br /&gt;De desdenhar o tino&lt;br /&gt;Preconizar vazios &lt;br /&gt;Enlevar desvarios&lt;br /&gt;Em detrimento do raciocínio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o ser verbal invisível&lt;br /&gt;Irascível sentir semi-sensível&lt;br /&gt;Uma verdade nua indizível&lt;br /&gt;E para mim, assim, assaz falível&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para dizer: sim, sou.&lt;br /&gt;Rezando prostrado a um Deusser mor&lt;br /&gt;Do verbo palavreando minha dor&lt;br /&gt;Radiando felpas de celeste estupor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verbalizando meu sufoco, o ar me escarnece &lt;br /&gt;Quase paralisando o tosco rebimbar do peito agreste&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue. &lt;br /&gt;Segue assim, ar zombeteiro&lt;br /&gt;Fazendo graça de mim, contrafeito&lt;br /&gt;Da dor, do suor, do tempo perdido&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tempo, ó transtorno, transtempo&lt;br /&gt;Torno-me torto em contratempos&lt;br /&gt;Falta-me tino no tocar&lt;br /&gt;Falta-me ar&lt;br /&gt;Ou qualquer alento &lt;br /&gt;Que faça com que eu siga&lt;br /&gt;Claudicante no tempo&lt;br /&gt;Insistindo com essa coisa que chamamos&lt;br /&gt;Vida&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9115007678124484876-5101527253352759658?l=reaisdivagacoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reaisdivagacoes.blogspot.com/feeds/5101527253352759658/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9115007678124484876&amp;postID=5101527253352759658' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9115007678124484876/posts/default/5101527253352759658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9115007678124484876/posts/default/5101527253352759658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reaisdivagacoes.blogspot.com/2009/06/transtempo-por-rodrigo-colla.html' title='Transtempo, por Rodrigo Colla'/><author><name>Rodrigo Colla</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690940969647624495</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_CMqsjttIrGg/SwRSieDmCOI/AAAAAAAAAB8/cAUfzlex5e4/S220/DSC03044.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9115007678124484876.post-2452359725091179962</id><published>2009-06-06T17:18:00.001-07:00</published><updated>2009-06-06T17:55:27.551-07:00</updated><title type='text'>Um Átomo, por Rodrigo Colla</title><content type='html'>Não havemos de&lt;br /&gt;esperar a derradeira hora&lt;br /&gt;quando um abraço pode valer a vida toda&lt;br /&gt;quando uma lágrima pode conter todo significado&lt;br /&gt;de tudo que em vida foram miríades de significados esparsos&lt;br /&gt;fincados em lapsos de um tempo inexistente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quando um sussurro pode ser o fim&lt;br /&gt;e um estertor contiver a eternidade&lt;br /&gt;condensada num só átomo pulsante e vivo&lt;br /&gt;que não é tempo, não é vida, não é passado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não havemos de&lt;br /&gt;Deixar tudo para o final&lt;br /&gt;Se desde já podemos ser salvos&lt;br /&gt;Ou nos salvar aos poucos nessa linha imaginária&lt;br /&gt;Que em nosso imaginário não é linha&lt;br /&gt;é um infinito átomo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Muito já chorei na infância em noites frias&lt;br /&gt;Coberto de sonhos e cobertas&lt;br /&gt;Envolto por esse globo atômico&lt;br /&gt;Sabia que um dia eu teria um fim&lt;br /&gt;Mas muito já sorri mais tarde &lt;br /&gt;por essa propriedade do tempo de dar fim a tudo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Findamos um pouco mais a cada atomozinho&lt;br /&gt;A cada interstício que passa imperceptível&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos pensar no fim&lt;br /&gt;Ou na significação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Significamo-nos também a cada infinitozinho a mais&lt;br /&gt;Que nos passa, nos toca, nos faz sentir &lt;br /&gt;E ver&lt;br /&gt;Que há uma só vida em tudo&lt;br /&gt;Há um único tempo&lt;br /&gt;O presente &lt;br /&gt;E um único espaço&lt;br /&gt;Nós&lt;br /&gt;Num intervalo irrestrito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um átomo único &lt;br /&gt;no espaço-tempo dinâmico &lt;br /&gt;do infinito&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9115007678124484876-2452359725091179962?l=reaisdivagacoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reaisdivagacoes.blogspot.com/feeds/2452359725091179962/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9115007678124484876&amp;postID=2452359725091179962' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9115007678124484876/posts/default/2452359725091179962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9115007678124484876/posts/default/2452359725091179962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reaisdivagacoes.blogspot.com/2009/06/um-atomo-por-rodrigo-colla.html' title='Um Átomo, por Rodrigo Colla'/><author><name>Rodrigo Colla</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690940969647624495</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_CMqsjttIrGg/SwRSieDmCOI/AAAAAAAAAB8/cAUfzlex5e4/S220/DSC03044.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9115007678124484876.post-8131311642816964845</id><published>2009-05-18T18:54:00.000-07:00</published><updated>2009-08-08T08:32:13.512-07:00</updated><title type='text'>Insuportavelmente Perdido, por Rodrigo Colla</title><content type='html'>Quero abraçar o mundo&lt;br /&gt;Mas meus braços não o comportam&lt;br /&gt;Trilhar os caminhos mais curtos&lt;br /&gt;Tomado pela avidez de em pouco tempo&lt;br /&gt;Ter de tudo um pouco e mais o tudo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem sempre são caminhos seguros&lt;br /&gt;Mas meus pés não se importam&lt;br /&gt;Seguem sorrateiros seus ignotos rumos&lt;br /&gt;Tomados pela cálida labareda do desejo&lt;br /&gt;De em tudo viver tudo, ter para mim todo o tempo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Despistado pelo meu olhar já turvo&lt;br /&gt;Sigo por atalhos que me desorientam&lt;br /&gt;Becos de pedra estreitos e escuros&lt;br /&gt;Que canalizam um vento frio como gelo&lt;br /&gt;Muralhas de pedras manchadas são o meu cabresto&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quero me encontrar nesse cinza escuro&lt;br /&gt;E nas trevas gélidas acalentar meu eu&lt;br /&gt;Com fogueira de palha úmida, que seja&lt;br /&gt;Mas manter meu espírito fervendo&lt;br /&gt;Do contrário, não terei nem alento nem tempo&lt;br /&gt;Não terei a mim mesmo&lt;br /&gt;Para seguir trilhando o erro dos meus passos&lt;br /&gt;E abraçando o insuportável fardo&lt;br /&gt;De viver num mundo sem cabimento&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9115007678124484876-8131311642816964845?l=reaisdivagacoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reaisdivagacoes.blogspot.com/feeds/8131311642816964845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9115007678124484876&amp;postID=8131311642816964845' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9115007678124484876/posts/default/8131311642816964845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9115007678124484876/posts/default/8131311642816964845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reaisdivagacoes.blogspot.com/2009/05/insuportavelmente-perdido-por-rodrigo.html' title='Insuportavelmente Perdido, por Rodrigo Colla'/><author><name>Rodrigo Colla</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690940969647624495</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' 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/&gt;Somos a pedra na qual brotam os musgos, somos lisos e a nada nos apegamos, somos o frio, somos empedernidos, somos muito pouco do que fomos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A nada nos apegamos?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não podemos ser o que fomos - água, mas somos água em essência.&lt;br /&gt;Somos, essencialmente, líquidos. E, embora não sejamos tudo o que, aos 17 vislumbrávamos ser, Somos. E depois de tanto lutar para não ter 17, para não ser 17. O que mais se quer é voltar aos 17. É pensar que o 18 está logo ali. Encheremos a cara e os outros que se fodam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seremos, ano que vem, maiores. E a lei estará conosco. E todo esse vinho será legal. A embriaguez será corroborada pela medíocre lei. Como sempre (e como é bom pontuar), seremos os velhos bêbados que fomos antes dos 17, mas agora bêbados e boêmios &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(não desdivagaremos, não recorreremos aos amansas burros)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[não lembramos da porra do adjetivo, foda-se ele, afinal. Fugiu de nós como a essência talvez tenha fugido um pouco. Não deve ser por acaso, afinal, tanta fuga assim.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, “legitimados”. Sim, lembramos.&lt;br /&gt;Bêbados e boêmios legitimados. E legalizados, é claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não obstante, hipocritamente, nos dizem que não. Não, não podemos beber com nossos 17-27 anos, é ilegal. Temos, agora, 17? 27? Não temos porra nenhuma, afinal nada nos pertence.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;{TATI (Ou a essa hora e depois de 2 garrafas de vinho pensaria ela ser Mercedes?!)  – “Porra” de novo não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RODRIGO (Ou igualmente ele pensaria ser Milton?!) - Porque não? Tem “porra” só lá em cima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TATI - Mas eu não gosto de repetir palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RODRIGO - Ah, mas “porra” é uma boa palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TATI - Tá, então. Mas continuo achando que tem “porra (na dúvida, uma aspa apenas) demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RODRIGO - Mas o que posso fazer, se a porra (esta sem aspas mesmo) é abundante, azar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TATI - É!? Ou até melhor, né. Já que acabou o vinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TATI - Bah, acabou o vinho, e agora!?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RODRIGO - Bah, pois é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TATI - Ah, eu sei onde pegar mais vinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[(contagem de dinheiro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RODRIGO = R$0,00 (corrigindo, R$0,05). Risos...&lt;br /&gt;TATI = 22,00 pila]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RODRIGO - Tá, mas antes temos que acabar este texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TATI - Mas este texto nunca vai acabar porque a divagação nunca acaba. Ainda mais em mentes como as nossas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RODRIGO - Mentes vazias?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TATI - Superlotadas. Tá, tu tem vinho aí, compartilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RODRIGO - Bah, diferente do texto. O vinho acabou. Culpa tua, não devia ter compartilhado. Me fudi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TATI - Tá, chega de texto. Até mais texto, vamos em busca do vinho.}&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9115007678124484876-141623775912097623?l=reaisdivagacoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reaisdivagacoes.blogspot.com/feeds/141623775912097623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9115007678124484876&amp;postID=141623775912097623' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9115007678124484876/posts/default/141623775912097623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9115007678124484876/posts/default/141623775912097623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reaisdivagacoes.blogspot.com/2009/05/voltar-aos-17.html' title='Voltar aos 17, por Rodrigo Colla e Tati Lopes'/><author><name>Rodrigo Colla</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690940969647624495</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_CMqsjttIrGg/SwRSieDmCOI/AAAAAAAAAB8/cAUfzlex5e4/S220/DSC03044.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9115007678124484876.post-9161440610157448799</id><published>2008-04-11T19:09:00.000-07:00</published><updated>2009-05-11T19:12:50.190-07:00</updated><title type='text'>Povoados dos Sonhos, por Rodrigo Colla</title><content type='html'>Povoados dos sonhos&lt;br /&gt;Mentes dos sonos&lt;br /&gt;De trabalhadores laboriosos, repletas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não mintamo-nos o que somos&lt;br /&gt;Mesmo que reste do pesadelo escombros&lt;br /&gt;Ergueremos deles Eus vigorosos, espíritos poetas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edifiquemo-nos jubilosos, vivamos&lt;br /&gt;Providos de altivez e bem-aventurança&lt;br /&gt;Andemos ao lado da mãe esperança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando chamados para outro plano sigamos&lt;br /&gt;Num onírico divagar de eternas lembranças&lt;br /&gt;No cirandar infantil da sapiência, em nossas andanças&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;E se no sonho estiver eu amordaçado&lt;br /&gt;E almejar cantar o mais alto&lt;br /&gt;Que jamais cantei&lt;br /&gt;Sonhar com o canto que sempre sonhei&lt;br /&gt;No sonho que estiver a sonhar&lt;br /&gt;Sonho será o canto que não soará&lt;br /&gt;Mas prodigioso e enigmático seguirá&lt;br /&gt;Reverberando no vácuo sonhador&lt;br /&gt;Inaudível ao seu próprio senhor&lt;br /&gt;Intrépido a cantar&lt;br /&gt;Atrás da mordaça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, existe esperança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se inalcançáveis forem, horizontes de infinitas nuanças&lt;br /&gt;Com nesgas de sol entre nuvens de bonança&lt;br /&gt;Meus olhos lá estarão vendados&lt;br /&gt;E por debaixo das vendas verão os astros&lt;br /&gt;Verão a primavera-verão de cores embriagadoras&lt;br /&gt;Serão olhos cegos para todas as horas&lt;br /&gt;Num onírico piscar de sonhos fechados&lt;br /&gt;Até que se abram cegos para a vida lá fora&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9115007678124484876-9161440610157448799?l=reaisdivagacoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reaisdivagacoes.blogspot.com/feeds/9161440610157448799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9115007678124484876&amp;postID=9161440610157448799' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9115007678124484876/posts/default/9161440610157448799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9115007678124484876/posts/default/9161440610157448799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reaisdivagacoes.blogspot.com/2008/04/povoados-dos-sonhos-por-rodrigo-myal.html' title='Povoados dos Sonhos, por Rodrigo Colla'/><author><name>Rodrigo Colla</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690940969647624495</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_CMqsjttIrGg/SwRSieDmCOI/AAAAAAAAAB8/cAUfzlex5e4/S220/DSC03044.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9115007678124484876.post-5234944938079922650</id><published>2008-04-11T18:49:00.001-07:00</published><updated>2008-04-11T18:50:00.270-07:00</updated><title type='text'>Devaneio Consistente, pelo mestre divagador Aldous Huxley (trecho extraído do livro "Também o Cisne Morre")</title><content type='html'>"A única consistência revelada pela massa da Humanindade é a consistência da inconsistência. Em outras palavras, a natureza de toda a sucessão particular de atos inconsistentes depende da história do indivíduo e dos seus antepassados. Toda a sucessão de inconsistências é determinada e obedece a leis que lhe são impostas pelas suas próprias circunstâncias antecedentes. Pode dizer-se de um caráter que é consistente, no sentido de que as suas inconsistências são predestinadas e não podem ultrapassar as fronteiras que lhe são prefixadas."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9115007678124484876-5234944938079922650?l=reaisdivagacoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reaisdivagacoes.blogspot.com/feeds/5234944938079922650/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9115007678124484876&amp;postID=5234944938079922650' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9115007678124484876/posts/default/5234944938079922650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9115007678124484876/posts/default/5234944938079922650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reaisdivagacoes.blogspot.com/2008/04/devaneio-consistente-pelo-mestre.html' title='Devaneio Consistente, pelo mestre divagador Aldous Huxley (trecho extraído do livro &quot;Também o Cisne Morre&quot;)'/><author><name>Rodrigo Colla</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690940969647624495</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_CMqsjttIrGg/SwRSieDmCOI/AAAAAAAAAB8/cAUfzlex5e4/S220/DSC03044.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9115007678124484876.post-6741559907612105601</id><published>2008-04-10T12:52:00.000-07:00</published><updated>2009-05-11T19:13:24.245-07:00</updated><title type='text'>Europerniciosa, por Rodrigo Colla</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Perdoe-me Pai por fazer parte disto&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Por andar no rumo deles omisso&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Por passar pelo lado de fora da vida&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E, inerte, vê-la cercada como prisioneira&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Rotulada como “área de preservação”&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Parte de uma coisa (merda) maior chamada “Jardim Europa”&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Nada disso é Europa&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Embora impregnado com a sua mácula sórdida&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Nada daqui os pertence&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Muito menos esta flora&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Embora cercada com suas grades&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Nem o choro, nem a bossa nova,&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Nem o nosso samba&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Nem o choro de novo&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Desta vez com a lágrima&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Daqui nada os pertence, nada&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Embora os atraiamos para investimentos&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E com regalos e carícias os adulemos &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Embora tantos emboras&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Não somos o seu jardim&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Nem anões do seu quintal&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Nem seus fantoches satisfeitos&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Em pantomimas de um eterno carnaval&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Aqui também se pensa&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Aqui há quem repudie a sua presença&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sua Europerniciosieade fraudulenta&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Aqui há quem possa se dizer brasileiro&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Quem ainda empunhe arco e flecha contra seus veleiros&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Quem desvende as suas mentiras &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E firme e categoricamente diga&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sim, foram vocês, o Velho Mundo&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Que visando apenas o seu cu e o lucro&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Nos conveses das suas caravelas&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Trouxeram-nos a dor e as favelas&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E embora nossos pseudoeuropeus frustrados os implorem&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Um remédio para a miséria da colônia&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Não queremos suas migalhas &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Europerniciosa metrópole Babilônia&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Portanto, embora os emboras&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Embora daqui Europa&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9115007678124484876-6741559907612105601?l=reaisdivagacoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reaisdivagacoes.blogspot.com/feeds/6741559907612105601/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9115007678124484876&amp;postID=6741559907612105601' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9115007678124484876/posts/default/6741559907612105601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9115007678124484876/posts/default/6741559907612105601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reaisdivagacoes.blogspot.com/2008/04/europerniciosa.html' title='Europerniciosa, por Rodrigo Colla'/><author><name>Rodrigo Colla</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690940969647624495</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_CMqsjttIrGg/SwRSieDmCOI/AAAAAAAAAB8/cAUfzlex5e4/S220/DSC03044.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
